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Terça-Feira, 12 de dezembro de 2017 | TEMPO: PARCIALMENTE NUBLADO

Polícia

Caso Giovanna: Se condenada, Mirella pode pegar mais de 30 anos de prisão

Uma das testemunhas e amiga da vítima contou que Mirella em algumas oportunidades havia agredido Giovanna.

Caso Giovanna: Se condenada, Mirella pode pegar mais de 30 anos de prisão

(Imagem: José Feitosa)

A acusada de mandar matar a estudante Giovanna Tenório em 2011, Mirella Granconato foi a juri nesta quarta-feira (11), no salão da 8ª Vara Criminal, no Fórum do Barro Duro, em Maceió. De acordo com o advogado de defesa, Raimundo Tenório, ela é inocente. Se condenada, de acordo com o juiz John Silas, Mirella Graconato Ricciardi pode pegar mais de 30 anos de prisão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Uma das testemunhas e amiga da vítima contou que Mirella em algumas oportunidades havia agredido Giovanna. A amiga da vítima, Karolinne Albuquerque afirmou que Giovanna manteve a amizade com Antônio Bandeira, marido da acusada, depois ter terminado o relacionamento amoroso.

Karolinne também relatou ao promotor de Justiça Antônio Villas Boas - que representa a acusação - que Giovanna teve problemas somente com Tony, mas que mantinha amizade com todos os seus ex-namorados. "Giovanna recebia mensagens de ameaça, inclusive, teve uma que eu não esqueci: 'ele já teve várias p***** na vida, mas você seria a última'", contou a testemunha.

A irmã de Giovanna, Larissa Tenório, foi outra testemunha ouvida.  Ela contou que a mãe não aprovava a amizade de Manuela (garota que conhecia a acusada) com a irmã. "Uma amizade que não é aprovada pela mãe deve ser para o bem do filho", disse Larissa.

A terceira testemunha ouvida nesta manhã, Já Fernanda Silva, disse que conheceu Tony através de Manuela. "A Giovanna conheceu Tony na Boate Le Hotel e acreditava que ele estava, realmente, separado da esposa. Foi justo neste dia que Mirella agrediu Giovanna. Ela infernizava a vida dela, mandava mensagens, ligava direto, assinalou". Fernanda confirmou ainda as agressões praticadas por Mirella, desta vez, no centro do município de Rio Largo.

O funcionário do mercadinho do pai de Tony, Douglas Alves dos Santos também prestou depoimento em juízo. Ele contou ter trabalhado dois anos, mas o estabelecimento fechou. "Conheci Giovanna através de Tony e da Manuela no Bar do Peixe. Era uma pessoa boa, tranquila, simpática, frisou".

Já o pai de Giovanna Tenório, Lenivalton Lima, disse que espera sair aliviado do julgamento. "Devo sair tranquilo daqui. Giovanna está no céu, acompanhando tudo", desababou.

*Redação Alagoas Alerta

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