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Quinta-Feira, 13 de dezembro de 2018 | TEMPO: PARCIALMENTE NUBLADO

Brasil

Privatização dos Correios não está em discussão, afirma Marcos Pontes

Privatização dos Correios não está em discussão, afirma Marcos Pontes

(Imagem: RAFAEL CARVALHO/GOVERNO DE TRANSIÇÃO)

A privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) não está em pauta. Ao menos por enquanto. É o que garantiu, nesta quinta-feira (6/12), o futuro ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. A declaração foi dada em entrevista coletiva a jornalistas no Centro Cultura Banco do Brasil (CCBB).

“Por enquanto não está na pauta”, disse Pontes ao ser questionado sobre a ideia de concessão da empresa. Durante a campanha, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou a intenção de privatizar os Correios. Em outras oportunidades, falou em extinguir a empresa.

Em novembro, Pontes disse ao Metrópoles que seria necessário realizar um raio-x para depois definir o futuro da estatal. Como o próprio portal mostrou, o presidente Michel Temer (MDB) acredita que a reformulação da empresa já é suficiente, tendo visto que, em 2017, os Correios geraram lucros depois de quatro anos no vermelho.

A privatização chegou a ser cogitada pelo governo Temer em 2016. No entanto, após os números positivos de 2017, o atual ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab afirmou ter retirado da pauta essa medida. “Não se fala mais nisso”, afirmou a jornalistas em maio deste ano.

Ensino superior
Pontes também informou que o ensino superior vai continuar com o Ministério da Educação. A ideia de transferência essa competência para a pasta do futuro ministro foi cogitada pelo presidente eleito. “O Ensino Superior permanece com o Ministério da Educação e essa relação com a ciência e tecnologia é primordial”, declarou.

Segundo o futuro ministro, a “colaboração com a educação é importante e tem andado muito bem”. Ele listou quatro pilares para a cooperação entre os ministérios que seriam o ensino de ciência e tecnologia no ensino fundamental; a importância da pesquisa básica; incentivo à inovação; e cooperações internacionais.

*Metrópoles 

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