Quarta-Feira, 25 de fevereiro de 2026
Quarta-Feira, 25 de fevereiro de 2026
Com isso, houve piora na comparação com o mesmo mês de 2025. Números foram divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional.
As contas do governo registraram um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro, informou Tesouro Nacional nesta quarta-feira (25).
O superávit primário ocorre quando as receitas com tributos e impostos ficam acima das despesas do governo. Se as receitas ficam abaixo as despesas, o resultado é um déficit primário. Esses valores não englobam os juros da dívida pública.
➡️Com isso, houve uma pequena piora na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 88,84 bilhões (valor corrigido pela inflação).
O resultado foi favorecido pelo comportamento da arrecadação federal, que foi a maior já registrada em todos os meses desde o início da série histórica da Receita Federal, em 1995, ou seja, em 32 anos. A alta da receita está relacionada com o crescimento da economia e aumento de impostos.
No primeiro mês deste ano, houve um aumento real de 1,2% na receita líquida, após as transferências constitucionais a estados e municípios, totalizando R$ 272,78 bilhões.
Ao mesmo tempo, as despesas totais do governo somaram R$ 185,89 bilhões em janeiro deste ano, com uma alta real de 2,9% no período.
Segundo o Tesouro, o aumento real nas despesas se concentrou em:
Por outro lado, informou o Tesouro, houve queda nas despesas obrigatórias com controle de fluxo, abono e seguro desemprego, com recuos de R$ 1,9 bilhão e R$ 1,5 bilhão, respectivamente.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
*G1/Brasília