Quinta-Feira, 05 de março de 2026
Quinta-Feira, 05 de março de 2026
Ministério das Cidades propõe aumento nas quatro faixas, podendo chegar ao limite de R$ 13 mil mensais
Faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida terá teto de renda de R$ 13 mil (Imagem: Divulgação/Zack Stencil/MCID)
O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) vai decidir sobre o reajuste no limite de renda das família para as quatro faixas do programa Minha Casa, Minha Vida. A reunião está prevista para 24 de março.
A proposta foi encaminhada pelo Ministério das Cidades e prevê aumento em todas as faixas de renda familiar bruta mensal para financiar imóveis pelo programa.
Para este ano, a meta do governo para o Minha Casa, Minha Vida é alcançar 3 milhões de unidades contratadas, o que reforça a demanda com a garantia de orçamento do FGTS.
O programa foi responsável por metade dos lançamentos do ano passado, o que impulsionou aumento de 10,6% do setor em 2025, com 453.005 unidades lançadas e valor geral de lançamento de R$ 292,3 bilhões, o maior índice da série histórica.
A mudança no teto dos valores da renda familiar é uma demanda do setor imobiliário, que projeta um desempenho superior este ano em relação a 2025, com a queda da taxa Selic, melhora das condições de crédito e orçamento recorde para habitação financiada pelo FGTS.
Para as faixas de renda familiar mensal
No programa, as faixas 1, 2 e 3 recebem subsídios do governo e juros mais baixos. Já a faixa 4, que é focada na classe média, tem condições especiais de financiamento, sem subsídio direto, mas com juros reduzidos e maior teto de valor de imóveis.
O valor máximo do imóvel depende da faixa de renda e do porte da cidade:
Faixas 1 e 2
Faixa 3
Faixa 4
• Faixa 1: renda familiar até R$ 2.850,00
• Faixa 2: renda familiar de R$ 2.850,01 a R$ 4,7 mil
• Faixa 3: renda familiar de R$ 4.700,01 a R$ 8,6 mil
• Faixa 4: renda familiar de até R$ 12 mil
*R7/Conta em Dia