Os times voltaram sem substituições para o segundo tempo, mas uma expulsão logo aos dois minutos forçou a mudança: o zagueiro Murilo segurou a camisa de Viveros, levou segundo cartão amarelo e deixou o Palmeiras com um a menos durante o restante do jogo. Fuchs entrou no lugar de Flaco para reforçar a defesa, e o Alviverde em seguida até chegou com boa chance em cabeceio de Gómez aos sete.
Expulsão de Murilo, do Palmeiras, contra o Athletico-PR (Foto: Marcos Ribolli)
A entrada de João Cruz no Athletico, porém, logo na sequência, deu o gás que o Furacão precisava. Ele arriscou aos nove, aos 11 com Viveros, aos 15 com Mendoza, parando em boa defesa de Carlos Miguel, e de novo com Viveros aos 22, além de Felipe Chiqueti travado aos 30. Esse foi o tempo da maior parte do segundo tempo, com pressão constante do Athletico.
O Palmeiras consegue reagir aos 32, com boa chegada de Lucas Evangelista após passe de Allan, mas que é travado pela marcação. Vitor Roque entra aos 35, após quase um mês afastado para tratar de lesão no tornozelo, e reforçou a pressão do ataque alviverde, mas sem mexer no placar.
Aos 39, outro lance ensaiou mudar a história: o árbitro marcou pênalti para o Athletico por falta de Benedetti em Viveros, mas pouco depois anula após recomendação e revisão do vídeo no VAR. Ainda tem boas chances aos 47, com Leozinho, quando Carlos Miguel sai mal pelo alto, mas ele manda longe e para fora, e aos 51 quando Esquivel toca na área, e o goleiro segura. Foi um dos nomes determinantes para a manutenção do placar.