Quinta-Feira, 05 de março de 2026
Quinta-Feira, 05 de março de 2026
Colegiado do Supremo começou a analisar nesta quinta, no plenário virtual, se mantém ou não a decisão de Moraes que rejeitou um novo pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente.
Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram nesta quinta-feira (5) para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro preso no 19º Batalhão da Polícia Militar (PM-DF), prédio conhecido como "Papudinha", que fica dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Esse julgamento se encerra na noite desta quinta. Agora, só falta o voto da ministra Cármen Lúcia. Com os três votos favoráveis pela manutenção da prisão, o Supremo formou maioria.
A Primeira Turma do Supremo começou a analisar nesta quinta, no plenário virtual, se mantém ou não a decisão de Moraes que rejeitou um novo pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente.
Essa é a primeira vez que o colegiado analisa os pedidos de prisão domiciliar. Antes, só o relator do caso — ministro Alexandre de Moraes — tinha avaliado.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma aparição de cerca de 20 minutos na manhã desta quinta- feira, 11 de setembro de 2025, em frente à casa onde ele cumpre prisão domiciliar, em Brasília (DF). A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal fixou nesta noite a pena de Bolsonaro, condenado por tentar dar um golpe de Estado após perder as eleições 2022, em 27 anos e três meses em regime inicial fechado - 24 anos e nove meses de reclusão e 2 anos e seis meses de detenção, com 124 dias-multa (equivalente a dois salários mínimos). Os ministros seguiram o voto do relator Alexandre de Moraes. 11/09/2025 - Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO — Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão pela tentativa de golpe de estado em 2022.
Os advogados alegaram ao Supremo que, diante do quadro de saúde delicada e com várias doenças graves, Bolsonaro deveria cumprir pena em casa,
Relator, Moraes apontou que a perícia médica da Polícia Federal concluiu que, até o momento, não há necessidade de transferência para cuidados em nível hospitalar, mesmo reconhecendo que possui “quadro clínico o de alta complexidade".
O ministro destacou que a prisão domiciliar é um benefício excepcional e que o ex-presidente não cumpre os requisitos, uma vez que foram identificadas tentavas de fuga durante cumprimento da prisão preventiva., quando houve a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica,
Diferentemente do alegado pela defesa, as condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização.