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Quarta-Feira, 28 de janeiro de 2026

Mundo

Líderes mundiais condenam ataque na Austrália: 'Ato de maldade, antissemitismo e terrorismo'

Primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, descreveu o ataque como "um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação"

Líderes mundiais condenam ataque na Austrália: 'Ato de maldade, antissemitismo e terrorismo'

George Chan/Getty Images (Imagem: George Chan/Getty Images)

Líderes de todo o mundo reagiram ao ataque a tiros mortal deste domingo (14) na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, expressando seu choque e enviando condolências às famílias das vítimas.

O primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, disse que seu país e a Austrália são "família", escrevendo em uma postagem no X que está "chocado com as cenas angustiantes em Bondi" e oferecendo seus pensamentos aos afetados pelo ataque.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, classificou a notícia do ataque como "profundamente angustiante", escrevendo no X que seu país "envia seus pensamentos e condolências a todos os afetados por este ataque terrível".

O presidente francês, Emmanuel Macron, publicou no X que “um ataque terrorista antissemita atingiu famílias reunidas para celebrar o Hanukkah”, após a confirmação da polícia de que o ataque teve como alvo a comunidade judaica de Sydney.

A França “continuará a lutar incansavelmente contra o ódio antissemita, que nos fere a todos, onde quer que ele atinja”, disse ele, oferecendo seus pensamentos às vítimas do ataque.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, publicou uma mensagem afirmando que a Europa "está ao lado da Austrália e das comunidades judaicas em todo o mundo" após o ataque. "Estamos unidos contra a violência, o antissemitismo e o ódio", escreveu ela.

O Taoiseach (primeiro-ministro) da Irlanda, Micheál Martin, escreveu no X que estava "chocado e consternado" com o tiroteio, acrescentando que "tal ódio e violência jamais podem ser tolerados".

Martin ofereceu orações "às famílias e amigos daqueles que faleceram, aos feridos, aos socorristas e ao povo da Austrália neste momento de angústia".

O primeiro-ministro holandês, Dick Schoof, disse que o ataque marcou um "dia sombrio para a Austrália", publicando no X que ofereceu seu apoio ao primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, e classificando o tiroteio como um "ato covarde".

O rei Charles III disse que ele e a rainha Camilla estão "horrorizados e entristecidos com o mais terrível ataque terrorista antissemita" que teve como alvo a comunidade judaica na praia de Bondi no primeiro dia de Hanukkah.

Em uma mensagem enviada ao povo australiano, o monarca disse: "Nossos corações estão com todos os que foram afetados de forma tão terrível, incluindo os policiais que ficaram feridos enquanto protegiam membros de sua comunidade".

Charles elogiou os socorristas, bem como os membros do público, "cujas ações heroicas, sem dúvida, evitaram um horror e uma tragédia ainda maiores".

Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o governo australiano de alimentar o antissemitismo com o suposto "silêncio" e falta de ações sobre o sentimento antijudaico no país.

Líderes de países como Alemanha, Itália, Áustria, Suécia, Noruega, Finlândia, Ucrânia, Moldávia, Sérvia, Estônia e Lituânia também enviaram suas condolências.

*CNN