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Terça-Feira, 10 de fevereiro de 2026

Política

Marx Beltrão defende aprovação de projeto que cria piso salarial de R$ 6.500 para farmacêuticos

Marx Beltrão defende aprovação de projeto que cria piso salarial de R$ 6.500 para farmacêuticos

(Imagem: Assessoria )

O deputado federal Marx Beltrão defendeu, nesta terça-feira (10), a aprovação do Projeto de Lei nº 1559/21, que institui o piso salarial nacional de R$ 6.500 para os profissionais farmacêuticos. A proposta está em tramitação na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados.

O PL 1559/21 estabelece um piso salarial unificado para a categoria e determina que o valor seja corrigido pelo INPC, garantindo reposição inflacionária desde a apresentação do projeto, em 2021, e reajuste anual após a entrada em vigor da futura lei.

Para Marx Beltrão, a ausência de um piso nacional representa uma injustiça histórica contra a categoria. “É inaceitável que profissionais com formação superior, alta responsabilidade técnica e papel decisivo na saúde pública recebam salários que, muitas vezes, não refletem nem metade da importância do que fazem”, afirmou.

O deputado foi enfático ao defender a proposta. “Salário digno não é privilégio, é respeito. O farmacêutico não pode continuar sendo tratado como custo, quando na verdade é parte essencial da solução em saúde. Piso salarial é o mínimo civilizatório”, declarou.

Marx Beltrão destacou que a valorização da categoria impacta diretamente a qualidade do atendimento à população. “Quando o Estado permite a precarização do trabalho do farmacêutico, quem perde é o cidadão.

Valorizar o profissional é garantir mais segurança, mais orientação e mais qualidade no uso de medicamentos”, ressaltou. O parlamentar também rechaçou argumentos de que o piso geraria desequilíbrios financeiros.

"O que desequilibra o país não é pagar salário digno a quem cuida da saúde das pessoas. O verdadeiro desequilíbrio é manter profissionais essenciais mal remunerados enquanto se tolera desperdício e má gestão”, disparou.

Para Marx, o piso de R$ 6.500 representa um patamar mínimo de justiça. “Não estamos falando de salário alto, estamos falando de dignidade. Um piso nacional corrige abusos, reduz desigualdades regionais e reconhece o farmacêutico como o profissional estratégico que ele é”, afirmou.

O deputado concluiu defendendo sensibilidade social na análise do projeto. “O Parlamento precisa decidir se vai continuar fechando os olhos para a desvalorização dos farmacêuticos ou se vai assumir sua responsabilidade histórica. Aprovar o PL 1559/21 é escolher o lado do respeito e da dignidade”, concluiu.

*Assessoria