Terça-Feira, 27 de janeiro de 2026
Terça-Feira, 27 de janeiro de 2026
A maioria avalia que ferramentas digitais facilitam o dia a dia, mas há muita preocupação com a privacidade de dados.
Para 73% das pessoas acima dos 50, a tecnologia permite que continuem vivendo em suas casas e torna tanto as tarefas diárias quanto o envelhecimento mais fáceis (Imagem: Age without limits: In-Press Photography)
Os adultos mais velhos já reconheceram o potencial da tecnologia para atender às suas necessidades à medida que envelhecem. No entanto, preocupações com a privacidade e o valor percebido de equipamentos e serviços ainda são barreiras à adoção. Esses são alguns dos resultados obtidos pela décima edição de uma pesquisa realizada pela AARP, a organização que reúne dezenas de milhões de aposentados nos Estados Unidos. Com base em entrevistas com 3.838 pessoas, destacam-se os seguintes pontos:
Para 73% das pessoas acima dos 50, a tecnologia permite que continuem vivendo em suas casas e torna tanto as tarefas diárias quanto o envelhecimento mais fáceis — Foto: Age without limits: In-Press Photography
O uso de Inteligência Artificial (IA) quase dobrou, subindo de 18% em 2024 para 30% em 2025. Os adultos mais velhos demonstram maior interesse em dispositivos de monitoramento de saúde e ferramentas de IA para responder a perguntas ou fornecer orientação nutricional ou de saúde. Entretanto, apesar da crescente exposição à IA, a confiança nas informações que ela fornece permanece frágil.
Atualmente, nove em cada dez pessoas acima dos 50 têm um smartphone, o que representa um aumento de 63% em dez anos. O número médio de telas por indivíduo quase dobrou, à medida que dispositivos como laptops, tablets e vestíveis (wearables) se tornaram mais acessíveis. O grupo com 70 anos ou mais foi o que registrou o salto mais acentuado no uso da tecnologia, para se manter conectado com entes queridos.
Segundo o levantamento, os desejos tecnológicos futuros estão associados a facilitar a vida e administrar a saúde. Nos EUA, dois em cada cinco adultos mais velhos planejam fazer uma compra do gênero em 2026, sendo que os serviços de streaming figuram em posição de destaque nessa lista.
*G1