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Terça-Feira, 28 de abril de 2026

Política

Marx Beltrão defende aprovação de projeto que inclui proteção animal no currículo escolar

Marx Beltrão defende aprovação de projeto que inclui proteção animal no currículo escolar

(Imagem: Assessoria )

O deputado federal Marx Beltrão (União) defendeu nesta terça-feira (28) a votação e aprovação do Projeto de Lei nº 259/2023, proposta que inclui a proteção e os direitos dos animais como conteúdo obrigatório nas escolas brasileiras, e destacou que o Congresso precisa avançar com urgência em iniciativas que formem uma nova consciência sobre o tema.

Reconhecido como o parlamentar federal que mais atua em defesa da causa animal em Alagoas, Marx afirmou que a proposta atua na base da sociedade e tem potencial de transformar realidades.

“A proteção animal começa na educação, formando cidadãos mais conscientes, respeitosos e comprometidos com a vida em todas as suas formas”, declarou o deputado.

Com trajetória consolidada na pauta, Marx já presidiu a Frente Parlamentar em Defesa dos Animais no Congresso Nacional e tem atuação permanente na articulação de políticas públicas voltadas ao bem-estar animal, sendo hoje uma das principais referências do tema entre os parlamentares brasileiros.

Ao longo de sua atuação, Marx apresentou projetos relevantes voltados à proteção animal, como o PL 1.993/2021, que trata do controle populacional ético de cães e gatos, o PL 2.359/2021, que propõe a criação de um cadastro nacional de animais domésticos, e o PL 6.177/2023, que busca proibir equipamentos que causem dor aos animais.

Para o deputado, a aprovação do projeto representa um avanço estratégico ao combinar educação, prevenção e mudança cultural. “Não basta apenas punir os maus-tratos, é preciso agir na raiz do problema, ensinando desde cedo o respeito aos animais e fortalecendo valores que refletem diretamente na sociedade”, afirmou.

Marx reforçou ainda que seguirá atuando para ampliar o debate e garantir prioridade à pauta no Congresso Nacional, defendendo que a causa animal deve ser tratada como política pública permanente. “Estamos falando de uma agenda que envolve saúde pública, meio ambiente e humanidade, e que precisa ser encarada com seriedade e compromisso pelo Estado brasileiro”, concluiu.

*Assessoria